Wednesday, December 13, 2006

Triangles at the surface

In every petal your name is written,
of my rosy core of thunder
Black smitten
under
a Glass-Hell of
unspoken
unknown
so pure
Words...
*

Each silver petal glows with the nightingale tones
of velvet undertows
of some profound
unknown
Words.
*

It doesn't matter, it all turns to dust.
we might just forget and rust
just like everyone else we must,
neglect our search
for that unholy
unspoken
unknown
damned
Words.
*


... Those beautifull Words, my heart, that like blood have flood your fingers.

Monday, December 04, 2006

Alvorada

São lagrimas do meu pensamento,
O que choro,
Nos momentos da tua ausência,
No meu doce pensar
De enfermidades mórbidas,
Que me encarceraram num mundo
Tão longe do teu.

Uma tocha de amor,
Elevei com meu esguio braço,
Numa noite de eternidades fátuas,
Em que te esperei.
Como um fim ao isolamento,
Que mantém as esferas em movimento,
Em redor de um profundo nada.
Ocultado pela imagem de um divino olhar,
Brilho de pérola nos teus olhos ao luar.

Choro,
Pelo momento em que me perco,
Nas alvas asas de um sentimento,
Rubro uivo com que te chamo,
Num céu de fumo das lavas transbordantes
De um coração que o mundo ocupa,
Por demais sentir a dor de viver sem ti.

Uma rosa tocada ao de leve pelo vento,
Dos meus beijos distantes,
Tu eras então um sonho tão impossível, demasiado,
Para que ousasse tocar-te senão, com teus escuros semblantes
De noite no deserto.

Pétala a pétala pintaste um negro caminho,
De mistérios perfumados com o acre odor
Da bruxaria.

Desnudaste-te e então...

Caíram as tuas lágrimas com as minhas.

Sabes que por momentos eu deixei-me perder, no sorriso incandescente dos teus olhos, fitando os meus intensamente, com o toque ardente dos teus lábios.

Monday, November 20, 2006

Caídos ao Acaso

Caídos ao acaso
desejaria que colidissemos
oferecer-te-ia tudo
por um pequeno instante
de submissa entrega
tua
à minha solidão.
Oferecer-te-ia tudo
se quisesses escolher
ser mais
forte que eu
ser mais que eu mesmo
derrubar-me como quem
derruba montanhas com um sopro.
opro. . opro . . opro.
Sofro, oh se sofro,
ou pelo menos finjo que o faço.
Finjo tão bem que me engano a mim mesmo.

E se, por um
momento
esquecessemos
tudo
e
deixassemos
o
tempo
fazer
o
limite
das
horas
com
seu
próprio
jeito
de
quem
não
tem
nada
a
perder.
E tudo a ganhar.

Thursday, November 02, 2006

Blue Fire

I am the fire that ignites your stars,
I am the blue and you are the white,
I am the sun burning just for you,
and I am the darkness that surrounds your heart,
Oh i am the blue and you are my white,
I am the waves in the ocean wanting to reach you,
and the stones men lift up in your name,

The moon, they say, how wrong they can be...

All science is lie, only I hold the truth,
Only I hold the truth, I hold the truth in my arms.

To kiss you i died,
became like a black fire, coming to

You are the pearl in the sky,
you are the eye of the night,
you are the white bright spark,
of my soul,
my heart.
I am your blue, and you are my white.

Thursday, October 19, 2006

ROSY RED

T

In such colour burns my passion,
Like shameless sinful desiring eyes;
In such colour burns my passion,
Like red bright ruby tongues of fire.
In such colour burns my passion,
A black hole burnt within my soul;
In such colour burns my passion,
A climbers last sight at a torn rope.
In such colour burns my passion,
Like the yearning of a drowning man;
In such colour burns my passion,
Like the hunger of a lion who eats his own breed.
In such colour burns my passion,
A power higher then gods own will;
In such colour burns my passion,
A vulcano piercing through the ocean;
In such colour burns my passion,
A song more ancient then hell's black worm;
In such colour burns my passion,
A sight no human, but one, can embrace,
Rosy red passion,
Blossoming a'flame the never ends,
Blows poisoning bitter kisses,
To all those witnessing fat n'd bloody eyes.